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Do meu lado

Estava almoçando em um restaurante self-service. Almoço rápido. Sozinha.

A mesa era pequena, para duas pessoas. Tenho evitado pegar no celular durante o almoço, mesmo estando sozinha. As mesas são bem próximas nesse restaurante. Ao meu lado, outra mesa para duas pessoas.

Sentam-se duas mulheres. Começam a conversar. Coisas banais do dia a dia. Impossível não ouvir.

Até que uma delas, a que estava ao meu lado, a distância entre nossas mesas não devia passar de uns vinte centímetros, tira uma caneta e espeta na própria barriga.

Eu olhei para aquilo sem querer acreditar no que estava vendo. Rapidamente pensei nas canetas emagrecedoras, mas também pensei que ela poderia ser diabética.

Peguei meu celular e procurei imagens de canetas emagrecedoras. Era uma delas. Rapidamente, olhei para a mão da moça que havia usado a caneta.

Era uma mão cadavérica, muito magra. Tentei disfarçar. Não queria mostrar que estava olhando. Mas não consegui.

Depois de ver aquela mão magérrima, olhei para o rosto dela. Também muito magro. Os ossos da maçã do rosto estavam salientes. Não sei que idade ela tinha. Uma mulher madura, com certeza.

Terminei meu almoço e saí dali com aquela cena na cabeça e com muitas interrogações sem resposta imediata.

E pensando…

Que valores estão vivos hoje?

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo, talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.

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No meio, a praça, a mesma praça!

Duas mulheres, uma de cada lado, olhavam para a praça.

Uma praça bonita com um coreto no meio. Cheia de árvores centenárias. Assim como as centenas de histórias vividas ali.

Ao seu redor, prédios residenciais e um clube.

Era noite, madrugada.

De um lado, uma mulher na sacada do clube. Do outro lado, em um apartamento, uma mulher na janela enorme do quarto. A praça no meio.

No clube, um show. No apartamento a música tocava no Spotify.

A mulher na sacada do clube olhava para baixo, para o carro parado em frente à praça com seu amor na direção. Ele olhava para ela.

Da janela, a mulher brincava com a madrugada, tirava foto da praça vazia… nua na janela de madrugada… o seu amor estava na cozinha.

Como uma princesa na torre, encarava-o da sacada. Esperava que ele subisse e a levasse para outro lugar, mas só ficaram se olhando. De baixo para cima e de cima para baixo.

Já a outra, do outro lado, tirou fotos da praça vazia e voltou a dormir. Dormiram abraçados e pelados. Um respirando o ar do outro.

A praça permanecia ali, no meio, em silêncio naqueles momentos.

40 anos as separavam.

Mas o tempo, ah o tempo… vamos deixar o tempo para lá e só pensar na noite de lua cheia daqueles dias…

Sim, daqueles dias.

E também nas coincidências da vida, como o carro deles, que era o mesmo…

Eles tinham o mesmo gosto que ia para além dos carros.

E ela(s)… entre desejos e pensamentos, vivia(m) para além da praça.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo, talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.

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Fragmentos de um diário – 36 – Procrastinando

Ainda, apenas… Dia azul de inverno, sempre gostei. O barulho da máquina de lavar, ao fundo, mistura-se com a música que escuto enquanto escrevo…. “sabemos muito a nosso respeito” é o que diz a música agora.

E eu aqui pensando, procrastinando também. Há dias que só quero pensar, e pensar consome energia. Aliás, tenho buscado informações sobre energia; ando aprendendo sobre isso, e estudar esse tema é interessante.

A máquina parou de bater e a música se destaca; é outra agora que diz “hoje eu preciso ouvir qualquer palavra sua…”. Interessante.

As conexões do mundo… por isso hoje estou mais “pensante” que “fazente”, mas tenho tanto a fazer… preciso. Compromissos para serem cumpridos que são compridos.

Coragem menina.

Giza Luiza – 56 anos – 26 de julho – quinta-feira.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo , talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.Adriana Chebabi

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Franco passava

Na sua trajetória, ela teve um romance em tempos diferentes com Moacir, ou melhor, com dois Moacir,  dois romances.

Moacir um era sedutor nas palavras, profundo e sensível, usava isso a seu favor para compensar a falta de beleza exterior. Era um artista de despir almas pela internet, mas no tête-à-tête não era assim que funcionava. Um sedutor que, além das histórias emocionantes que contava da vida privada, destacando sua integridade rara, despertava nela uma admiração intensa, como uma chuva que lavava sua alma. Ele era uma pedra preciosa, é o que ela pensava. Sentia que aprendia com ele. Mesmo à distancia, ele alimentava tudo. Na presença, o beijo foi arrebatador.

Moacir dois era atrevido, não parava quieto. Relaxar era uma palavra que não estava no seu dicionário, queria engolir o mundo. Chorava no carro, no bar, e ela nem entendia se aquilo era tristeza ou sensibilidade exacerbada, mas talvez fosse só a cerveja mesmo, acentuada com a música ao fundo, ou talvez,  fosse tristeza contida que precisava da cerveja para disfarçar… haja cerveja para tanto. Descobriu lugares com ele, e isso era uma aventura deliciosa. Conheceu espaços inusitados. E o que falar do beijo? Ela gostava do beijo molhado e desprovido de vergonha que ele lhe dava.

Os beijos eram muito bons em ambos os casos, eram o melhor deles. Com o Moacir dois, houve muito mais beijos do que com o Moacir um. Com o Moacir dois, o romance durou mais que com o Moacir um, mas com o Moacir um, ela pensava que ele era sua alma gêmea, ledo engano. Com o Moacir dois, era tudo às claras desde o início, e nenhuma expectativa do para sempre, era um romance leve e diversão.

O Moacir um parecia tão legal… a expectativa foi grande por isso, mas, no presencial, percebeu que tinha questões com toque e era higiênico demais, daqueles que são “não me toques”.

O Moacir dois era “porra louca” e tinha essa linha tênue que flertava com o submundo. O perigo a seduziu.

Eram bem diferentes, só o nome era igual..

No fim das contas, Moacir um foi a decepção total, a expectativa alta, o bom moço, que de tão legal não foi real, e onde tudo parecia uma peça encenada em um espetáculo teatral superficial. O ator era ótimo até o segundo ato. Faltou conexão, emoção, sobrou enxaqueca.

O Moacir dois começou devagar, no atrevimento, roubou um beijo em cenário colorido e musical. Foi indo devagar, ganhou espaço, tinha pegada como se diz por aí, e, quando ela se deu conta, ele era um país inteiro para ela morar, até a guerra começar.

Moacir dois se dizia franco, mas ela rebatia e dizia que era para quem lhe convinha. Já Moacir um não dizia nada, nem que sim, nem que não. Talvez, no fundo, a questão fosse essa: ele não era sim nem não. Foi o que uma amiga dela disse, ouvindo a voz dele na mensagem do celular. Será? Pensava ela…

De será em será, a vida segue com histórias em territórios sem garantias.

Tudo passa, disse para Moacir dois, enquanto Franco passava por ali.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo , talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.

 

 

 

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O Que Eu Deixei

Deixei meu colar em algum lugar

Não acho

Perdi

Como perdi aquela prova de natação

Decepcionei o torcedor

Não gosto de competir

Medo de perder

Já caminhei com pedras na mão

Mas nunca carrego pedras no coração

No coração canções

Ontem eu dancei com você

Ontem…

Vontade com você

Tentação

Sem confusões, com confissões

Sem sentidos, beijos… pele…

Cabeça e corpo

Culpa ou desculpa?

Noites de verão depois de um carnaval.

Quentes

Amor de carnaval…

Fim do baile.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo , talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.
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Ando assim…

Ando assim

Um pouco desleixada

Muitas vezes desarrumada

Descabelada? Sempre

Ando assim

Impaciente

Principalmente para discussões

Onde falta razão

E sobram egos

Ando assim

Faminta

De generosidade

De transparência

E ando tanto assim

Que já nem sei como é assado

Se ficou queimado

Se dá para servir

Se está gostoso

Sei que assim, sigo

Assim, respiro fundo

Assim, rezo

E assim, apesar do sim ou do não

Sigo firme.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista. Escritora. Uma contadora de histórias. Curiosa por natureza.  Uma sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo. Talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão, não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que no horóscopo chinês é Macaco.
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Chapéus

Primeiro foi o boné, verde-escuro, com a aba para frente. Enjoei, quis mudar, virei, aba para as costas.

Caminhei, cansei, hum, chapéu de palha, rústico… diferente, troquei. Mas, depois de um tempo, não combinava com a urbanidade que me rodeava e onde eu estava inserida. Passei para frente em um farol.

Um gorro de inverno, preto, para combinar com tudo, principalmente para me aquecer naquele show no estádio, na plateia, no chão. Show dançante tem que ser no chão. Me aqueceu… dancei…

Achei melhor algo meio alternativo para o verão, uma viseira. Tentei, mas não gosto de viseira. Deixei ali, na piscina, e caí fora.

Busquei um chapéu coco, esse lado teatral que vive em mim. Compartilhamos muitos momentos. Brincar de Charles Chaplin tupiniquim foi divertido um tempo, mas depois sentia necessidade de algo mais sério.

Me apaixonei por um panamá, tinha aquele charme irresistível. Paixão louca. Louca paixão. Não desgrudava dele, fiquei com ele muitos anos, mas o charme no uso direto foi indo embora. Eu nem percebi a decadência diária, só que um dia olhei e não dava mais para andar com ele. Me despedi e fui embora.

Um tempo com os cabelos ao vento, só sentindo o vento, na cidade, na praia e na montanha. E não é que lá, meus olhos brilharam por um chapéu cowboy? Aba larga… Copa alta… Quem diria que eu ia gostar? E olha que gostei.

Pois é, a vida é assim, cheia de chapéus. Troco quando quero, quando cansa, quando mudo o estilo, mas não mudo a essência. E o que vale é não se sabotar, e sim, experimentar.

Top, top, topo.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista. Escritora. Uma contadora de histórias. Curiosa por natureza.  Uma sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo. Talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão, não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que no horóscopo chinês é Macaco.

 

 

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Subjetivamente

Subjetiva

Ativa

mas…

Subjetiva quando precisa ser. Precisa?

Objetiva

Ativa

Subjetivamente complexa

Pensante, avante

Um passo para frente

Dois para trás

Essa subjetividade

Gerando dúvidas

Girando como uma roda-gigante

As vezes em cima

As vezes em baixo

Subjetivamente sem quebrar a roda

Subjetivamente ficando tonta de tanto rodar

Assustando e

Assustada na roda que pode quebrar

Porque tanta subjetividade?

Porque tantos pensamentos?

A busca pelo caminho certo

Quando o caminho gira, roda, sobe, desce

Mas não sai dessa roda de subjetividade

Atividade é isso

Vamos avante

Objetivamente a busca

Além dessa subjetividade cansante

ou quem sabe, constante.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre seu trabalho de comunicação e mkt e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa.

 

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Fragmentos de um diário

“… O que tem que ser será? Será?” De novo depois de tantos anos a mesma pergunta e ainda não sei a resposta.

Quem sou eu afinal? Ou quantas sou eu afinal? Ou quais sou eu que gosto mais? Onde quero estar? Quem e o quê quero do meu lado? O que quero fazer? Produzir? Criar? Inventar? Já vi tanta coisa, mas me falta ver tantas outras ainda.

Me olho no espelho e na maioria das vezes ainda gosto da alma que vejo….

O tempo de aceitar coisas ruins já acabou. Hoje é um novo tempo e sei que a “eu de hoje” tem muito mais recursos internos e isso me deixa mais segura para saber que todo ser humano faz escolhas, mas que devemos sempre escolher o que no faz bem.

Eu me prometo que meus domingos serão mais felizes, que a minhas companhias sejam de alegria, acompanhada ou só…. que assim seja, é claro estiver ao alcance de minhas escolhas.

27 de agosto – Gisa Luiza – 49 anos

Adriana Chebabi –  Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :). A personagem Gisa Luiza do “Fragmentos de um diário” é uma homenagem a suas duas avós – Giselda e Ana Luiza

Foto Adriana: Gilguzzo/Ofotografico.

 

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Em mim todas

Eu não tenho mais 16 anos.

Eu não tenho mais só 16 anos.

Tenho 19, 20, 21, 23, 26, 29, 30, 35, 36, 40, 41, 46, 50, 52, 56…

e todas que estão entre essas.

Não me convenço mais com frases feitas, desgastadas e rasas.

Aos 16 me encantava com belas declarações.

Aos 46 as vezes, também…

Já aos 56 declarações não podem ser rasas

Precisam ser profundas, mesmo no “eu te amo”

Tão profundas que me levem a ficar leve.

Não tenho em mim só uma idade.

Tenho a de hoje e todas que já percorri, incluindo as que vem antes dos 16, dos 15 ao zero

Zero sim!

Todas habitam em mim.

Em um único dia, várias vem a tona

A pureza da de 16

A beleza da de 20

A preocupada de 6

A professora de 11

A medrosa de 30

A responsável de sempre

A grande curiosa

A desconfiada, a carinhosa, a receosa, a empreendedora, a criativa, a indignada, a ativista, a administradora, a poeta, a escritora, a mãe, a filha, a irmã, a amiga, a namorada, a mulher…

Tenho em mim um mundo grande, que transborda e que sempre cresce.

E por isso não me convenço mais só com essas frases feitas, mas ainda me encanto com atitudes exatamente com a mesma pureza que me encantava quando tinha só 16.

Mora em mim todas.

A menina, a mulher.

Mas preciso que saiba,

eu não só mais 16.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista. Escritora. Uma contadora de histórias. Curiosa por natureza.  Uma sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo. Talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão, não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que no horóscopo chinês é Macaco. Essa foto foi tirada no Museo do Amanhã no Rio de Janeiro em setembro de 2024. Aliás, ama museu e esse ela se apaixonou.