
Ainda, apenas… Dia azul de inverno, sempre gostei. O barulho da máquina de lavar, ao fundo, mistura-se com a música que escuto enquanto escrevo…. “sabemos muito a nosso respeito” é o que diz a música agora.
E eu aqui pensando, procrastinando também. Há dias que só quero pensar, e pensar consome energia. Aliás, tenho buscado informações sobre energia; ando aprendendo sobre isso, e estudar esse tema é interessante.
A máquina parou de bater e a música se destaca; é outra agora que diz “hoje eu preciso ouvir qualquer palavra sua…”. Interessante.
As conexões do mundo… por isso hoje estou mais “pensante” que “fazente”, mas tenho tanto a fazer… preciso. Compromissos para serem cumpridos que são compridos.
Coragem menina.
Giza Luiza – 56 anos – 26 de julho – quinta-feira.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista e escritora. Antes de tudo, uma contadora de histórias. Curiosa por natureza, sonhadora que realiza. Acredita que podemos melhorar o mundo , talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão. Já não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que, no horóscopo chinês é Macaco.Adriana Chebabi
Amei, mas não esperava nada a menos de você. Gigante em sentimento, me faz pensar por dentro.
A música ecoa nossos sentimentos, quem sente mais, quem sente menos.
A máquina tira o foco de nossos pensamentos, com aquele empurra e puxa a todo momento.
Quem sou se não fragmentos deste momento, não me lembrarei o que pensava quando a máquina parou, não terei lembrado da música que tocava, mas uma coisa em mim ficou, o vazio que balançava a roupa de um lado para outro, um vazio inexplicável, talvez seja um vazio de amor.
Amei pensar que não estava sozinho neste vazio, que outros cérebros, outros corações vagavam nesta escuridão, não que deseje a escuridão para corações desatentos, mas naquele momento, este pensamento, me fez não me sentir tão sozinho.