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PAI

Ser
Ser o Super herói
O espelho
O brilho nos olhos
O sorriso
O orgulho
O novo
Ser a referência
Ou ser
O exemplo
A força
A criatividade
Ser o protetor
Professor
Amigo
Escritor
Fotógrafo
Apoio
Ser o abraço apertado
O médico
O cúmplice
O ombro amigo
Ser Pai herói
Botânico
Veterinário
Músico
Ser cobertor,
colchão, guardanapo e muitas  vezes travesseiro
Ser sem saber o certo e o incerto.
Mas acima de tudo estar presente em cada momento desta caminhada do meu filho,
Sendo Pai,
o Ser que sou.

Octavio D’Avila- Formado em Psicologia, terapeuta Ayurvedico. Quando nasceu seu filho, nasceu dentro dele um escritor que descreve detalhes da vida, captura momentos preciosos, momentos que muitas vezes passam despercebidos.
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As minhas dores

Movimento tão simples como sentar e levantar começa a se tornar pesado para idosos e principalmente pra quem tem mais de 1,92m. Os joelhos parecem que trava e querem ficar sentados ou em pé.

A academia diária é a forma mais simples de melhorar isso, fazendo musculação e séries de levantar e sentar. Tenha paciência.

Mas a dor principal está na saúde mental para aceitar as mudanças e fazer o futuro que você quer. Isso não é só para idosos é para vida toda deste a infância.

As minhas dores me ajudaram a crescer, rever o passado, viver o presente e fazer o futuro.

Na semana dos pais talvez uma dor minha foi nunca ter jogado futebol ao lado do meu pai, mas ele rolou a bola pra eu fazer os gols da minha vida.

Feliz dias dos pais!

Antônio Pompílio Júnior – Graduado em Análise de sistemas pela PUC de Campinas . Pós-graduado em Gestão de Empresas pela UNICAMP e FGV. Adora esportes, viagens e depois de 40 anos de trabalhos em TI está aposentado curtindo a vida. “Aquele que não luta para o futuro que quer terá que aceitar o futuro que vier”.
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Tempo

Tempo
Que tempo?
Ele se dissolve como areia fina no vento.
Escorrega,
flutua,
voa como a flor-dente-de-leão ao assoprar.
Ontem, hoje, amanhã… ninguém sabe.
Tempo ninguém pega, mas que dá uma vontade de segurar,
apertar,
rebobinar,
pular,
lembrar e esquecer,
sorrir e chorar,
abrir os olhos ou fechar e gritar: volteeeee!

Octavio D’Avila- Formado em Psicologia, terapeuta Ayurvedico. Quando nasceu seu filho, nasceu dentro dele um escritor que descreve detalhes da vida, captura momentos preciosos, momentos que muitas vezes passam despercebidos.
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A esquina depressiva

Ao amanhecer geralmente penso como irei atravessar o dia, como se ele fosse exatamente uma rua disponível para mim, com todas as situações que se desmembram quando estamos caminhando em uma calçada. E o que não me impede de refletir trocando as palavras grafitadas por outras que recaiam sobre meu colocar.

Bem, estive fora de minha liturgia diária por vários motivos e vou salientar com palavras, exatamente como me senti. Não sou uma pessoa depressiva, mas sofro assim como o fosse. VAMOS FALAR DE AMOR E CAMINHAR COMIGO?

Amanhece e eu tomo rumo e venho para a calçada, que me aguardam vocês que aceitaram meu convite de viagem na esperança de me pontuar os limites de ultrapassagens. A calçada me parece longa e cheia de obstáculos, mas vamos indo e eis que a “ESQUINA” se aproxima e eu não sinto vontade de chegar até ela.

Temo e me acho sem forças, isso talvez seja o receio de transpor o novo que pode ser um abismo, um novo conhecer sempre nos afeta e nos trai as possibilidades de avançar para um novo caminho. E pode sem dúvida nos atrair para uma vida mais coerente… mais precisa e mais envolvente. E vocês que aceitaram esse momento de minha vivência precisam sentir o que sinto… Respirem e se deixem inebriar com a mensagem de que temos que usufruir de nossos passos marcados de forma fluente na calçada que transitamos. Vamos sentir os obstáculos como se fosse os mais intensos atributos que irão facilitar a nossa coragem, de nos dar maior prazer em conquistar novos horizontes.

Podem participar e falar de sua coragem perdida. É amigos, a depressão da calçada nos revela que as investidas para a sintonia com a “ESQUINA” de nossas vidas somente se revela comprometedora, quando nos arrependemos de termos amanhecido e viajado pela calçada ao encontro do desconhecido. Meus amigos vamos voltar? Por hoje chega esse arrombar de promessas. Amanhã em amanhecendo voltarei para a calçada prometida e com certeza alcançarei mais uma “ESQUINA” de minha vida!  “REFLITAM, PERCEBAM” as paulatinas e fortes conjecturas que permeiam o tilintar das campainhas que muitas vezes temos que pedir socorro.

E sentir a fé nada corrompida com o nosso devorador de sonhos, que se situa dentro de nossa mente carente. E que sem pensar transfere os nossos pensares para as sensações que investem na coligação com os nossos sentimentos! AVANTE… E podem se tranquilizar… TODOS NÓS TEMOS UMA CALÇADA PARTICULAR QUE LONGE DE MIM, PODE TER UMA ESQUINA DEPRESSIVA!

Joana d’Arc Neves de Paula – Educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.
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Chapéus

Primeiro foi o boné, verde-escuro, com a aba para frente. Enjoei, quis mudar, virei, aba para as costas.

Caminhei, cansei, hum, chapéu de palha, rústico… diferente, troquei. Mas, depois de um tempo, não combinava com a urbanidade que me rodeava e onde eu estava inserida. Passei para frente em um farol.

Um gorro de inverno, preto, para combinar com tudo, principalmente para me aquecer naquele show no estádio, na plateia, no chão. Show dançante tem que ser no chão. Me aqueceu… dancei…

Achei melhor algo meio alternativo para o verão, uma viseira. Tentei, mas não gosto de viseira. Deixei ali, na piscina, e caí fora.

Busquei um chapéu coco, esse lado teatral que vive em mim. Compartilhamos muitos momentos. Brincar de Charles Chaplin tupiniquim foi divertido um tempo, mas depois sentia necessidade de algo mais sério.

Me apaixonei por um panamá, tinha aquele charme irresistível. Paixão louca. Louca paixão. Não desgrudava dele, fiquei com ele muitos anos, mas o charme no uso direto foi indo embora. Eu nem percebi a decadência diária, só que um dia olhei e não dava mais para andar com ele. Me despedi e fui embora.

Um tempo com os cabelos ao vento, só sentindo o vento, na cidade, na praia e na montanha. E não é que lá, meus olhos brilharam por um chapéu cowboy? Aba larga… Copa alta… Quem diria que eu ia gostar? E olha que gostei.

Pois é, a vida é assim, cheia de chapéus. Troco quando quero, quando cansa, quando mudo o estilo, mas não mudo a essência. E o que vale é não se sabotar, e sim, experimentar.

Top, top, topo.

Adriana Chebabi – Sócia-fundadora e editora-chefe do Belas Urbanas. Publicitária. Roteirista. Escritora. Uma contadora de histórias. Curiosa por natureza.  Uma sonhadora que realiza.  Acredita que podemos melhorar o mundo. Talvez ingênua, talvez não. Desafios a instigam. Ama viajar, estar na natureza e experimentar novos sabores. É do signo de Leão, não tem mais certeza do ascendente, mas sabe que no horóscopo chinês é Macaco.

 

 

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Nostalgia & 2011

Amigos eu tenho pouco para conversar, e muito para deixar aos pensamentos de vocês. Será que cabe aos pequenos, questionar as evoluções que estão sendo priorizadas a favor de uma vida mais aprimorada para eles?

Ou será, que esses mesmos pequenos deverão se sentir, gratificados e levantar as mãos para os céus por poderem ser mais evolutivos, do que nós seus pais? Posso garantir de que essa evolução está dentro de nossas avaliações anteriores ao Século XXI! A isso eu chamo de NOSTALGIA!

Primeiro: Quem não se lembra do gostoso lanche que levava para a escola?

Segundo: Quem não se lembra, de que se não estudasse, não passaria de ano escolar?

Terceiro: Quem não se lembra de que se ficasse na rua mais tempo, ao voltar seria questionado, para não dizer castigado?

Quarto: Quem não se lembra de que não deveria ficar na sala, quando os pais tivessem uma visita?

Quinto: Quem não se lembra de que se mentisse, ou omitisse algo de seus pais, seria castigado, e muitas vezes muito duro o castigo?

Sexto: Quem não se lembra, de que se pedisse mais comida, ou água teria que comer e beber até o final até a barriga estourar?

Sétimo: Quem não se lembra, de que os adultos não conversavam próximos de crianças, de forma nenhuma?

Oitavo: Quem não se lembra, de que os mais velhos comiam o melhor pedaço dos alimentos apresentados à mesa?

Nono: Quem não se lembra, de que corria atrás do sorveteiro, piruliteiro, e do homem do biju?

Décimo: Quem não se lembra, de que tomava a Benção de seus Pais?

Bem, algumas perguntas que podem ser anexadas às outras que por ventura vocês se lembram…

E, que isso tem causado algumas atribulações quando vocês se colocam diante de crianças, e adultos em conflito, ou até mesmo você que acha que não há necessidade de limites nessa aventura que é crescer, para se situar no futuro.

Agora, eu pergunto, nesse dia Santo, pois hoje é Sexta-feira Santa! E daí eu pergunto: O quê é uma Sexta-feira SANTA? Vocês se lembram? Ou melhor, vivenciaram algo bem diferente do que hoje? E qual o significado do peixe na quaresma?

Vocês se lembram?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

 

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Gosto, desgosto.

Gosto do calor, mas amei conhecer os flocos de neve.
Gosto do dia, mas adoro dormir e sonhar!
Gosto de banho quente, mas o gelado do sorvete me diverte.
Amo as flores, cores, mas é dificil o processo; requer dedicação. Todo resultado é um processo, gostando ou não.
O gosto amargo é o meu preferido, mas não digo o mesmo para as pessoas. Amargo na vida, só se for café, chocolate ou cerveja.
Gosto de gente, mas, pensando bem, as crianças são as gentes que mais amo. Ficar ao lado delas é minha escolha gostosa.
Gosto mais de salgado. E o doce deixo para o bolo ou docinho na festa. Adoçar o corpo é, na verdade, às vezes, acalmar a alma.

Gosto de viver.
Adoro viver!
Nem tudo é gosto. O desgosto nos acompanha em grande parte da caminhada na vida.
O desgosto é o gosto decepcionado.
Desgosto é o gosto frustrado.
Mas a vida é assim, cheia de antagonismo, e, pra quem gosta de viver, faz do desgosto o motivo para lutar e seguir!

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

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Botões

Eu e os meus botões.
Tem horas que da um aperto.
Tem horas que eles são apertados.
Tem horas que eles me apertam.
Tem momentos que vejo e
Tem momentos que eles são mostrados.
Botões aonde vcs estão?
Tem horas que escuto e Tem horas que só escuto o silêncio dos botões.
Tem horas que vem muito barulho.
Tem horas que vem uma paz
Será que apertei o botão certo?
Tem horas que vem a dúvida,
Aonde fui ou aonde os botões me levaram
Aonde estou
Sou um botão?
Sou a soma deles.
Sou o todo.
Haaa botões.
Eu e os meus.

Octavio D’Avila- Formado em Psicologia, terapeuta Ayurvedico. Quando nasceu seu filho, nasceu dentro dele um escritor que descreve detalhes da vida, captura momentos preciosos, momentos que muitas vezes passam despercebidos.
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Existe um eu sou?

Somos aquilo que pensamos ser? Será que me vejo a partir do meu próprio olhar
ou através do olhar dos outros — a começar pela família e, posteriormente, pela
sociedade — que nos impõe valores e comportamentos com a promessa de que
seremos aceitos e amados?

É verdade que nascemos num mundo factual, onde as coisas já estão dadas e
sobre as quais não temos o menor controle, como o lugar de nascimento, a
família, a cor da pele, entre outros. Somos frutos da nossa época, com a sua
historicidade, cultura e contingências.

A princípio, somos natureza in natura, expressando-se na sua potência de ser e
existir. Ao interagir com o mundo, experimentamos uma força de expansão e
criação — sobretudo de nós mesmos. Neste estado, onde o existir se assemelha
a uma experiência de comunhão com o mundo e com o outro, tudo se entrelaça,
favorecendo a continuidade do ser e tornando-nos uma versão inédita de nós
próprios.

Nesta perspectiva, o sentir e o pensar estão integrados, de tal modo que as
palavras não conseguem conter a linguagem dos afetos — são apenas pontes
entre a experiência partilhada e o indizível do mundo particular que compõe cada
um de nós.

Seguimos pela vida em busca de nós mesmos — ora vivenciando algo mais
próprio, ora nos perdendo em meio aos discursos e falatórios da cultura a que
pertencemos. Todavia, a doce e terrível angústia de ter de ser as minhas
possibilidades, num mundo fluido e dinâmico, convoca-me a transformações e
realizações.

Quando estamos abertos para compor com o fluxo da vida, renunciando à
segurança de um pertencer engessado — isto é, aceitando que não podemos
deter a vida, pois ela nos escapa por entre os dedos — somos então lançados à
aventura de nos criar e recriar na novidade de cada instante.

A ideia de controle retira-nos do movimento da vida, reduzindo o ser a uma
representação daquilo que gostaríamos que fosse. Todavia, não há nada mais
real e potente do que sermos nós mesmos. A busca pela perfeição objetifica-nos
e rouba-nos a beleza do fazer-se e do tornar-se aquilo que se é. É interessante
pensar que um lindo vaso de argila, na sua origem, foi apenas uma massa
disforme; porém, quando moldada pelas mãos de um artífice, transforma-se
numa obra de arte. É possível imaginar a vida como movimento, de modo que
em algum momento, no tempo e no espaço, tal vaso possa retornar à sua origem.
Viver é um estado de permanente recomeço. Noite e dia ressurgem, a cada vez,
de modos diferentes e, assim, passado, presente e futuro encontram-se num
fazer contínuo. A bagagem do passado serve-nos de matéria-prima, que será
atualizada pelo presente, tornando-se a semente para um futuro que já desde
sempre começou. O futuro é um esboço de um amanhã que será preenchido, a
cada dia, ao seu modo. Somente ao final de uma vida podemos vislumbrar a
obra concluída — e não há nada mais sublime do que perceber-se coautor da
própria existência.

Somos complexos, múltiplos e diversos, pois, a cada instante, surgem inúmeras
possibilidades de novos arranjos e combinações com a experiência vivida.
Considerando, assim, as infinitas possibilidades que se apresentam diante de
nós e a finitude que nos constitui, é inevitável lidarmos com a dor de ser e deixar
de ser. Afinal, para que algo possa nascer como possibilidade vivida, outras
possibilidades precisam ser inviabilizadas — ao menos naquele instante no
tempo.

Considerando que somos uma metamorfose ambulante, como cantou Raul
Seixas, na origem de tudo encontra-se um existir vazio, mas potente de
possibilidades — um lugar nunca preenchido, de onde emana o ato criativo.
Podemos, assim, transcender a finitude da vida quando, ao contemplar as
infinitas possibilidades, damos o salto de fé — mergulhando na direção de
algumas delas, não com a pretensão de acertar, mas com o intuito de uma
expansão e autor realização.

O salto de fé projeta-nos para fora, levando-nos, paradoxalmente, a mergulhar
mais fundo em nós mesmos. Tal como as plantas que se estressam no outono
com a chegada do inverno, também aprofundamos nossas raízes para, mais
tarde, florescer com maior vigor.

Às vezes, devido às nossas inseguranças, sentimos necessidade de nos apoiar
em coisas — como a grife de uma roupa, o copo de cristal, um lugar turístico,
entre outros — em busca de garantias para um bom encontro. No entanto,
quando o bom encontro realmente acontece, tais coisas tornam-se irrelevantes.
A vida é assim: quando tentamos definir o que é dançar, perdemos a dança.

Pensar a vida fora da experiência vivida é um trabalho infrutífero — oferece-nos
apenas a ilusão de algo possível para além da nossa própria trajetória singular,
feita de dores e alegrias. Crescer envolve uma dor necessária, pois novas
estruturas estão sendo forjadas para que novas fontes de vida possam nascer e
jorrar do nosso interior.

Maria das Graças Guedes de Carvalho – Psicologa. Ama a vida e suas dádivas como ser mãe, cuidar de pessoas e visitar o mar.

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Cantar rima com vida!

Uma amiga me perguntou um dia…
O que rima com amar?
E imediatamente eu disse:
Cantar!
Porque cantar é minha paixão!
Jogo no canto toda minha aflição,
mas também jogo toda alegria
Que bom seria se a vida fosse toda musical!
Mas… pensando bem…
Nossa vida é com uma partitura!
Cheia de altos e baixos como os tons graves e agudos…
Se não canto…
Perco o encanto pela vida…
Me sinto perdida
É como se minha’lma aflita
Chorasse um pranto mudo…
Sem lágrimas…
Uma angústia sem fim…
Por isso…
Amar,
Rima com cantar…
Que pode rimar com vida,
Porque se não canto, não vivo!
Cantar rima com… respirar!
Se não respiro fico sem ar…
Então…
Se não canto… vivo por viver!
Cantar…
Amar…
Respirar!
Rima boa de se encaixar!
E se não tem rima propriamente dita nesse poema…
Deixe assim… porque é meu o tema…
É meu o sentimento…
Que tenho a todo momento de sentir até num simples vento… a música a me sussurrar!
E se saio da rima convencional…
Não faz mal…
Insisto em dizer:
Cantar rima com vida, sim!
Porque pra mim, cantar, faz meu coração disparar!
Então… um brinde à música!
Um brinde à vida!

Alê Torres – Atriz voltada para a comédia, mas sua paixão é cantar.  Também ama teatrar! Verbo inexistente… mas com um significado enorme! O palco a encanta! Ama flores, chocolate e o amarelo, acha singelo o cantar de um pássaro! Gosta de brincar com as palavras e transformar em versos e poemas! Quase morreu na pandemia, mas foi forte e sobreviveu, perdeu sua família, mas está aqui para contar sua história.